segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


Quando a mulher é de Deus
   Quando a mulher é de Deus, sua aparência, quer seja gorda ou magra,  alta ou baixa, branca ou negra, feia ou bonita, enfim, todo o seu exterior fica em um plano inferior, pois no seu interior existe a imagem de Deus, formada pela plenitude do Espírito Santo. A partir daí ela é transformada em uma mulher virtuosa, a mulher que todos os homens de Deus estão buscando para com ela formarem um só corpo. A Bíblia apresenta muitas mulheres de valor, tais quais Rebeca; Rute; Noemi; Ester; Maria e muitas outras, que manifestaram em si mesmas o verdadeiro caráter de mulheres de Deus. Vamos nos ater a apenas três, que, particularmente, acreditamos terem manifestado um caráter singular, merecendo serem analisadas; Noemi, Rute e Maria.
Maria foi a mulher mais bem-aventurada dentre as outras; a mais favorecida e a mais cheia de graça.O seu segredo era simples: era uma mulher cheia de Espírito Santo, uma verdadeira mulher de Deus.
 Noemi : Havia fome em Israel e um homem chamado Elimeleque, saindo de Belém, mudou-se para a terra dos moabitas, juntamente com sua mulher, Noemi, e seus dois filhos. Depois de algum tempo, casaram com mulheres moabitas. Uma se chamava Orfa e a outra Rute. Passados quase dez anos naquela terra estrangeira, os filhos de Noemi também vieram a falecer, ficando ela e as duas noras sozinhas.
   Noemi aconselhou que Orfa e Rute voltassem a casa de seus pais, porque ela retornaria a sua terra. Embora Orfa tivesse resistido no inicio, acabou aceitando o conselho da sogra. Rute, entretanto, apegou-se a sua sogra e não se apartou dela. Noemi lhe disse: “... Eis que tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada.” (Rute 1.15) Porém quanto mais Noemi insistia para que partisse, mais Rute se apagava a ela, a ponto de lhe dizer:
   “... Não me insistes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.” Rute 1,16,17
   Certamente Noemi tinha algo muito especial, para que sua nora se apegasse a ela com tamanha determinação. A verdade é que Rute deve ter visto em Noemi o exemplo de uma mulher de Deus. Não havia motivo algum, pelo menos aparente, para Rute se apegar á sua sogra da forma como fez, pois Noemi não possuía outros filhos, nem dinheiro; não tinha bens, nem um futuro promissor, havia vista que já era até de idade avançada.  Enfim, Noemi nada podia oferecer á sua nora. Sua única riqueza, a qual Rute desejava herdar, com a mais absoluta certeza estava dentro do seu coração!
   A maioria das sogras e noras não se combinam. Normalmente a sogra não aceita ser “trocada” pela nora, ou a nora não permite que a sogra se envolva na sua casa. É como briga de foice no escuro, conforme se diz o popularmente.
   Noemi, no entanto, era uma sogra diferente. Ela era de Deus! Rute, que era moabita, portanto uma mulher idolatra e endemoninhada, passou a ser tão pura e tão senta quanto a sua sogra. Por quê?
   Porque Noemi espelhava a imagem de Deus para ela! Isto a cativou tanta que ela deixou o seu povo, a casa de seus pais, os seus deuses e todas as coisas para trás, com a finalidade de viver o resto dos seus dias junto da sua sogra.
   Eis o caminho para se conquistar o coração do marido; das mulheres; dos filhos; dos pais; das sogras; enfim, todos os familiares e parentes incrédulos para o Senhor Jesus. Noemi conquistou sua nora para Deus por exemplo de vida santa e fervorosa.
   Rute: Se Noemi foi um exemplo de fé, Rute o foi de fidelidade. Suas palavras para Noemi retratam o caráter da mulher virtuosa. Sua origem pagã não conseguiu cegar seu coração de um entendimento sensato. E foi esta a sensatez que a fez descobrir a diferença entre servir ao Deus Vivo e servir aos deuses de madeira, pedra e mental.
 Neste mundo vil, há muitas pessoas inteligentes, e de boa formação cultural, que apesar disto, não tem sido despertadas. Pelo contrário, parece que sua cultura contribui para que se tornem ainda mais cegas e insensatas, a ponto de não conseguirem descobrir a diferença entre o real e o irreal, o que é vivo e o que é morto.
    Certa ocasião, quando o Senhor Jesus visitou a casa de Lazaro, aconteceu que enquanto sua irmã Marta se preocupava com os serviços da casa, Maria, a outra irmã, estava assentada aos Seus pés, a ouvir-lhe os ensinamentos. Vejamos o registro bíblico:
   “Marta agitava-se de um lado para o outro, ocupada em muitos serviços. Não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.
   Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” Lucas 10.40-42

   Foi justamente a escolha de Rute! Ela decidiu pela boa parte porque foi salva; teve entendimento para discernir o melhor. Mais tarde, veio a colher os frutos da sua fidelidade, pois se casou com um parente de sua sogra e veio ser avó de Jessé e bisavó do rei Davi.
   A história de Noemi e suas duas  noras deixa  claro uma coisa: Deus dá oportunidade  a todos para fazerem a sua própria escolha.
   A virgem Maria: A bíblia não dá muitas informações a respeito da virgem Maria. Apenas se sabe que era alguém muito especial, isto, é, uma virgem não apenas no sentido físico, mas também no sentido espiritual..
   Aliás, quando há virgindade espiritual , a virgindade física é uma conseqüência. O Espírito Santo não  aconselharia uma jovem apenas por ela nunca ter tido contato com homem; além disso,  ela deveria ter o caráter de mulher de Deus. O rei Salomão escreveu: “Mulher virtuosa, quem achará? O seu valor muito excede ao de finas jóias.”(Provérbios 31.10) É bem verdade que essa mulher virtuosa é difícil de se achar, especialmente para o homem carnal, mas não para o criador. Ele conhece perfeitamente cada ser humano, antes mesmo de ter sido gerado no ventre materno.
   Maria foi a moça bem-aventurada, digna de ser escolhida para servir de instrumento ao Espírito de Deus, a fim de conceber o Salvador. O anjo Gabriel a saldou, dizendo:
   “... Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo. Ela, porém, ao ouvir esta palavra, perturbou-se muito e pôs-se a pensar no que significava esta saudação. Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás a luz um filho,  quem chamarás  pelo nome de Jesus.”  Lucas 1.28-31
   Todas as vezes que Deus quer realizar algo grande e notável, escolhe pessoas certas para este propósito. Quando criou Adão e Eva, Seu objetivo era ter filhos através deles. Deus queria que eles se multiplicassem na Terra, sujeitasse-a e a dominasse (Genêsis 1.22).
   Por isso Ele os abençoou. Mas tudo foi destruído pela desobediência do casal. Então o Espírito Santo escolheu  virgem Maria, para que por intermédio dele nascesse o Redentor da humanidade, que a restituiria a imagem de Deus. A partir do Seu sacrifício realizado no Calvário, e da Sua ressurreição, nasceu a Igreja, que, uma vez purifica e santifica, viria a servir como Seu instrumento para conceber verdadeiros filhos de Deus.
   O Senhor Jesus é o novo Adão e a Igreja é a nova Eva. Desta união nascem os verdadeiros filhos de Deus. Foi justamente esta a glória do Senhor Jesus que o apóstolo João viu no Céu, quando escreveu:
   “e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhes o selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nasceu e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.” Apocalipse 5.9-10
   A afirmação “e reinarão sobre a terra” significa exatamente aquela ordem de Deus a Adão e Eva, no Jardim da Edén: “...enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céus e sobre todo animal que rasteja pela terr.” (Genêsis 1.28).
   Maria estava desposada com José, o que naquela época era uma espécie de noivado, quando o anjo lhe apareceu. Foi por isso que ao se encontrar grávida do Espírito Santo, José, “...sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente.” (Mateus 1.19). Depois que o anjo se revelou a ele em sonho, e lhe contou tudo o que estava acontecendo, José a recebeu como esposa.
   Certamente após o nascimento do menino Jesus o casal passou a se relacionar normalmente, tendo outros filhos:
   “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, Judas e Simão? E não vive aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele.”  (Marcos 6.3).
Maria deixou de ser virgem após o nascimento do menino Jesus. A Bíblia relata de um de seus encontros com o Senhor e narra ainda um fato semelhante ocorrido quando Ele pregava em Nazaré:
   “Falava ainda Jesus ao povo, e eis que sua mãe e seus irmãos estavam do lado de fora, procurando falar-lhe. E alguém lhe disse: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te.” Mateus 12.46-47
     “E, chegando a sua terra, ensinava-os na sinagoga, de tal sorte que se maravilhavam e diziam:Donde lhe vêm esta sabedoria e estes poderes miraculosos? Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus  irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?” Mateus 13.54-56
   A bem-aventurança de Maria, portanto, completa-se no seu casamento e na composição da sua família.





Capitulo 4
As veste s da mulher virtuosa
    Não há absolutamente nada de errado quando a mulher se maquia, arruma o cabelo com adereços, corta pinta, enfim, faz tudo o que acredita ser o melhor para ter uma aparência bonita. Aliás, é dever de toda mulher, especialmente se ela é de Deus, procurar ter a melhor aparência possível, para se apresentar na igreja ou em qualquer outro lugar. Isto, entanto, não deve exceder os limites para que não se vista e se maquie de tal forma que atraia a atenção de todos. Todo zelo que tiver com o seu exterior deve ser observado com máxima discrição e simplicidade. As vestimentas sensuais e eróticas são condenáveis a Palavra de Deus, uma vez que excedem o bom sensor, além de fazerem transparecer o caráter totalmente inverso ao de Deus.
 As mulheres que deixam extravasar sua sensualidade, quer atravéz do seu comportamento, quer por suas vestimentas, agem dessa forma porque têm um espírito demoníaco, chamado pomba-gira. Por acaso não procedem assim às prostitutas, quando querem atrair clientes?   Quando a mulher é virtuosa ela é também sábia. Na sua sabedoria, preocupa-se com a sua aparência interior, porque essa naturalmente irá se refletir no seu exterior. Ela cuida, acima de tudo, do seu coração e guarda a sua língua de “jogar conversa fora”, manifestando assim discrição. Quando fala nunca deixa transparecer o desejo de sua voz venha encobrir a dos demais.  Quando o coração dela está cheio de presença de Deus, então ele se alegra, e a sua alegria faz embelezar o rosto: “O coração aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate.” (Provérbios 15.13).
   O temor a Deus
   O temor a Deus constitui a base do caráter genuinamente cristão. As Sagradas Escrituras afirmam: “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.” (Provérbios 31.30).  Todas as demais virtudes, não apenas de mulher mês também do homem de Deus, estão assentadas sobre essa pedra: o temor a Deus, que tem sido confundido por muitas pessoas com a fé. È possível ter fé sem temor a Deus, e isto tem acontecido com muita freqüência nestes últimos tempos. Não são poucos os que têm manifestado uma grande fé em Deus e, no entanto, o testemunho de suas vidas é totalmente diferente daquilo em que têm acreditado.
   Para este tipo de gente, a pregação da Palavra de Deus é fácil. Falar da salvação e do amor do Senhor Jesus também é muito simples, afinal de contas, quantos artistas têm interpretado o amor de Deus e vivido em um verdadeiro inferno? Assim também são muitos “pregadores profissionais”, os quais apresentam uma grande fé diante do público, mas, na vida pessoal, não há um mínimo de temor para com Deus, pois praticam justamente o oposto do que pregam. O Senhor Jesus disse que não são os ouvintes da Palavra que são salvos, mas os praticantes dela. Somente praticam a Palavra de Deus aqueles que verdadeiramente têm temor no coração para com Ele. A mulher que teme a Deus é sábia e, portanto, edifica a sua casa.
   A submissão
   No reino deste mundo, a palavra submissão significa servidão. Os mais fracos são obrigados a se submeterem aos mais fortes. No Reino de Deus, no entanto, submissão significa grande prazer em servir, pelo amor. Enquanto neste mundo as pessoas mais fracas são subjugadas ás mais fortes, pelo poder do dinheiro, de posição ou até mesmo pela força física, no mundo de Deus seus servos fazem questão de Lhe servir de todo o coração e com todas as suas forças, movidos pelo Espírito do amor.Aí está o grande valor de mulher de Deus: ela se submete ao seu marido movida pelo espírito do amor que há dentro dela, pois este amor não é seu, mas vem de Deus, para ser transferido aos demais especialmente ao seu marido, que é parte de seu corpo.
   Quando a mulher é de Deus e seu marido não é cristão, mesmo assim ela deve se submeter a ele, por amor, e não porque seja obrigada ou por está escrito na Bíblia. Deve ser algo natural, que jorra do seu interior, como se fosse uma fonte de águas cristalinas. Seu marido pode ser uma grande pedra tentando impedir que a água venha a fluir; pode até ser uma pessoa possessa de espírito imundo, mas tudo isso não deve impedir que essa fonte venha a jorrar. Sua força fará fluir água por todos os lados, e acabará sobrepujando o peso daquela pedra.
   Se a mulher é de Deus e olhar pare o seu marido como se estivesse olhando para o Senhor Jesus, então ele acabará se transformando no marido cristão que ela tanto deseja.
   A principal razão de muitas mulheres cristãs não terem ainda conseguido converter seus maridos é que elas ainda não souberam passar para eles a imagem de Deus que há nelas.
   Muitas vezes, ao invés de olharem para eles com o mesmo olhar de misericórdia e compaixão cristãs, só criticam o seu comportamento, além de fazerem cobranças a todo o instante. Este procedimento os afasta cada vez mais da fé.
   A mulher temente a Deus e submissa ao marido sabe aturar seus erros, porque tem consciente de que ele ainda não teve um encontro com o Senhor. Vai lutando através de orações e jejuns, e, sobretudo, manifesta um comportamento exemplar de mulher de Deus, especialmente dentro de sua casa.



A virgindade
   A virgindade simboliza a pureza e santidade. É bem verdade que, no mundo atual, virgindade, pureza e santidade estão fora de moda, ultrapassadas. Aqueles que não têm conhecimento da majestade do Altíssimo estranham até quando tocamos neste assunto. Esta é, entretanto, a preocupação constante do coração dos que são de Deus.
   A virgindade da mulher de Deus, tal qual a do homem de Deus, não reside apenas no fato de nunca terem tido uma experiência sexual, mas no seu comportamento exemplar e na pureza de seus pensamentos e palavras. Esta é a recomendação que o9 Espírito Santo nos  faz, através do apóstolo Paulo:
   “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo oi que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”
Filipenses 4.8
    Os pais, portanto, devem instruir seus filhos, tanto meninas quanto meninos, a se absterem de relações sexuais antes do casamento, para que seus corpos possam servir como Templos do Espírito Santo.

A palavra
   Poucos conhecem o poder da palavra, menos ainda daquela que sai da boca de uma mulher. É verdade que a palavra de uma mulher tem muita força quando é dirigida a um homem. Neste caso, a coisa se trona muito mais séria.
   A Bíblia diz que a língua é como uma fagulha que põe em brasas em uma grande selva (Tiago 3.5). A palavra de uma mulher tem tanta influência que o diabo usou para fazer o homem cair.
   A mulher não precisa participar de movimentos os feministas para tentar impor os seus direitos, pois estes ela já os tem quando usa a sua língua. Por isso também é que o Espírito santo orienta as mulheres a que sejam submissas aos seus maridos.
   Esta submissão em amor encontra guarida no coração da mulher que, por causa disso mesmo, compreende essa relação. Diz-se, com muita propriedade, que no lar o marido é o cabeça e a mulher o coração.
   Os filhos de Israel são até hoje proibidos de se casarem com pessoas que não tem a mesma fé judaica. A razão é muito simples: não quer que o Seu povo santo venha a se contaminar com outro povo, que não tenha nada a ver com Ele.
   Além disso, o diabo usa freqüentemente o poder de influencia das mulheres para desvirtuar a fé do homem. Por isto, sob a lei de Moisés, o casamento misto era definitivamente proibido.
   A mulher que deseja servir a Deus como instrumento da Sua vontade precisa estar consciente de que a sua palavra tem que ser moderada, pensada e ponderada. Ela deve ser breve no ouvir e tardia no falar.
   O apóstolo Tiago, dirigido pelo Espírito de Deus, disse:  ”Porque todos tropeçamos em muita coisa. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo.”   (Tiago 3.2).
   É claro que todas as pessoas devem ter o máximo cuidado no falar, inclusive os homens. Estamos, porém focalizando a mulher que pretende ser de Deus.
   A mulher de Deus tem discrição e sabedoria na sua linguagem, pois é sábia, e para isto ela é de Deus.
  
   
 

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